E se agora fosse dono do Machu Picchu? Há uma família a reclamar os terrenos

Família Zavaleta alega que o estado peruano expropriou os seus terrenos de forma ilegal e sem qualquer compensação económica.

09 de abril de 2019 às 12:31
Machu Picchu, no Peru. Foi visitado, em 2016, por cinco mil pessoas por dia, o dobro do recomendado pela UNESCO. A intenção do país é diminuir drasticamente este número Foto: Getty Images
Machu Picchu, no Peru Foto: Getty Images
Machu Picchu, no Peru Foto: Getty Images

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Uma família reclama ser proprietária de 22 mil dos 35 mil hectares do parque arqueológico das ruínas da citadela inca Machu Picchu, no Peru.

A família Zavaleta alega que o estado peruano expropriou os seus terrenos de forma ilegal e sem qualquer compensação económica. Além de reclamarem a propriedade dos terrenos, os Zavaleta exigiu um indemnização de 40 milhões de euros, como compensação pelos ingressos que os turistas pagaram nos 14 anos em que o processo esteve em nas barras da justiça.

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De acordo com a agência de noticías Efe, o Supremo Tribunal do Peru acabou por encerrar o caso e considerou infundada as acusações da família. 

Conhecida como "a cidade perdida dos Incas", Machu Picchu é considerada a maior atração turística do pais a 2400 metros de altura. Construída no século XV foi em 2007 considerada uma das Sete Maravilhas do Mundo.

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