EUA lembram legado de Martin L. King

É no meio de uma campanha eleitoral na qual a questão da ra-ça voltou a assumir uma importância que não tinha há muito tempo que os EUA assinalam hoje o 40.º aniversário do assassinato de Martin Luther King Jr. – o histórico activista dos direitos cívicos que tornou possível que hoje um negro esteja com um pé na Casa Branca.

04 de abril de 2008 às 00:30
EUA lembram legado de Martin L. King Foto: d.r.
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Faz hoje quarenta anos que Martin Luther King foi morto a tiro pelo racista James Earl Ray em Memphis, Tennessee. Um dia antes tinha afirmado, no último discurso, ter visto a "terra prometida", uma terra onde negros e brancos viviam lado a lado sem preconceitos ou discriminação. Quatro décadas depois, a "terra prometida" de King está mais perto, como o prova a candidatura de Barack Obama à Presidência, mas há ainda muito por fazer – os afro-americanos continuam a ser discriminados no acesso ao emprego e à educação, constituem a maior fatia da população prisional e engrossam as fileiras do desemprego.

Na campanha eleitoral, ambos os candidatos democratas se assumiram como herdeiros de King, mas é Obama quem leva vantagem, graças em parte a um discurso sobre a raça já considerado co-mo o mais importante do género desde... Martin Luther King.

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