EUA respondem à Coreia do Norte enviando bombardeiros para a região

Americanos reagem a lançamento de míssil que mostra que o seu território está ao alcance das armas coreanas

30 de julho de 2017 às 08:36
Bombardeiro americano B1B Foto: Reuters
Bombardeiros americanos B1B Foto: Reuters
Bombardeiro americano B1B Foto: Reuters
Coreia do Norte testou míssil intercontinental sob a supervisão de Kim Jong-un Foto: Reuters
Coreia do Norte testou míssil intercontinental sob a supervisão de Kim Jong-un Foto: Reuters
Coreia do Norte testou míssil intercontinental sob a supervisão de Kim Jong-un Foto: Reuters

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Os Estados Unidos enviaram este domingo bombardeiros estratégicos B-1B para a península coreana, em resposta ao míssil intercontinental lançado pela Coreia do Norte na sexta-feira, informou o ministro da Defesa do Japão, que participou nestas manobras aéreas.

Os exercícios foram realizados por dois bombardeiros norte-americanos e caças japoneses, disse em conferência de imprensa o ministro da Defesa japonês, Fumio Kishida.

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Não é a primeira vez que o Pentágono decide destacar estes aviões, estacionados na sua base aérea de Andersen, na ilha de Guam, numa demonstração de força militar, em resposta ao que considera provocações norte-coreanas.

As aeronaves já tinham sido enviadas para as imediações da península coreana após o primeiro míssil intercontinental, lançado a 4 de julho, e em finais de maio, depois de Pyongyang disparar um projétil de curto alcance.

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Washington também destacou os bombardeiros a 20 de junho, após o anúncio da morte do estudante norte-americano Otto Warmbier, que morreu depois de ser devolvido aos Estados Unidos em coma, após 17 meses detido na Coreia do Norte.

O envio destes aviões hoje representa uma resposta ao lançamento de sexta-feira de um míssil intercontinental, o segundo deste género.

O Hwasong-14 voou 998 quilómetros durante 47 minutos e alcançou uma altitude máxima de 3.724,9 quilómetros antes de cair no mar do Japão, segundo os 'media' estatais norte-coreanos, uma informação que corresponde aos dados do exército sul-coreano.

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A Coreia do Norte considerou o teste um êxito e garantiu que pode alcançar qualquer parte dos Estados Unidos.

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