Favorito Guterres pode ser afastado

Venceu as quatro primeiras votações mas não reúne consenso.

14 de setembro de 2016 às 02:00
António Guterres, Ban Ki-moon, ONU, Alemanha, Kristalina Georgieva, Conselho de Segurança, EUA, Rússia, China, Reino Unido, Europa de Leste, Merkel, Moscovo, UNESCO, Irina Bokova, Bulgária, Boiko Borisov, política, diplomacia Foto: Reuters
António Guterres, Ban Ki-moon, ONU, Alemanha, Kristalina Georgieva, Conselho de Segurança, EUA, Rússia, China, Reino Unido, Europa de Leste, Merkel, Moscovo, UNESCO, Irina Bokova, Bulgária, Boiko Borisov, política, diplomacia Foto: EPA
António Guterres, Ban Ki-moon, ONU, Alemanha, Kristalina Georgieva, Conselho de Segurança, EUA, Rússia, China, Reino Unido, Europa de Leste, Merkel, Moscovo, UNESCO, Irina Bokova, Bulgária, Boiko Borisov, política, diplomacia Foto: Reuters
António Guterres, Ban Ki-moon, ONU, Alemanha, Kristalina Georgieva, Conselho de Segurança, EUA, Rússia, China, Reino Unido, Europa de Leste, Merkel, Moscovo, UNESCO, Irina Bokova, Bulgária, Boiko Borisov, política, diplomacia Foto: Mariline Alves
António Guterres, Ban Ki-moon, ONU, Alemanha, Kristalina Georgieva, Conselho de Segurança, EUA, Rússia, China, Reino Unido, Europa de Leste, Merkel, Moscovo, UNESCO, Irina Bokova, Bulgária, Boiko Borisov, política, diplomacia Foto: David Martins / Correio da Manhã

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O antigo primeiro-ministro português António Guterres venceu as quatro votações já realizadas para escolher o sucessor de Ban Ki-moon como secretário-geral da ONU, mas está em risco de ser travado por manobras de bastidores.

Esta ideia foi reforçada depois de a Alemanha tentar impor uma candidata de última hora, a comissária europeia búlgara Kristalina Georgieva.

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O secretário-geral é votado pelos 15 membros do Conselho de Segurança, mas a palavra final é dos cinco membros permanentes: EUA, Rússia, China, Reino Unido e França.

A Rússia tem-se oposto a Guterres, afirmando preferir um candidato da Europa de Leste, mas já rejeitou as pressões de Merkel para apoiar Georgieva.

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Moscovo prefere a diretora da UNESCO Irina Bokova, nomeada pela Bulgária, que ontem, perante a insistência de Merkel, reafirmou o apoio à sua candidata. Apesar disso, o PM Boiko Borisov deixou a porta aberta a uma mudança de planos, caso Bokova não seja primeira ou segunda na próxima votação, marcada para dia 26.

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