FBI acusa seis homens de tentativa de rapto da governadora do Michigan nos EUA
Outras sete pessoas queriam atacar polícia e começar guerra civil. Grupo queria derrubar o governo.
O FBI acusou seis pessoas de tentarem sequestrar a governadora do Michigan, Gretchen Whitmer, numa tenttiva, que acaboiu frustrada, de derrubar o governo antes das eleições nacionais de 3 de novembro. Além destes seis indivíduos, outros sete foram acusados de conspirarem um ataque à polícia a fim de começar uma guerra civil, avança o jornal The Washington Post. Os indivíduos acusados acreditavam que os governos estatuais, incluindo o de Michigan, estavam a violar a Constituição. Foram apanhados através de infiltrados do FBI que denunciaram o que o grupo se preparava para fazer.
De acordo com autoridades federais e estaduais, o grupo era extremista e estava a preparar uma série de ações para desencadear o caos.
Fox, Barry Croft, Ty Garbin, Kaleb Franks, Daniel Harris e Brandon Caserta foram acusados federalmente. Paul Bellar, Shawn Fix, Eric Molitor, Michael Null, William Null, Pete Musico, e Joseph Morrison, enfrentam acusações a nível estatual.
Apanhados nas redes sociais
O grupo de extremistas foi apanhado através de publicações nas redes sociais que davam conta de planos para derrubar o governo no início de 2020. Ao que o FBI apurou, em junho dois dos acusados ??reuniram-se com mais de uma dúzia de indivíduos em Ohio para "criar uma sociedade que segue a Declaração de Direitos dos EUA e onde eles poderiam ser autossuficientes". Nessa reunião, o grupo discutiu táticas pacíficas e violentas echegaram à conclusão de que precisavam de mais gente. Foi então que Adam Fox, contatou um grupo de milícias armadas que o FBI já andava a investigar. Numa chamada apanhada pelas autoridades, em junho, Fox falava na necessidade de "200 homens" para invadir o prédio do Capitólio em Lansing com o objetivo de fazer reféns, incluindo a governadora. Treinos com armas de fogo e explosivosO grupo treinou ao longo do mês de julho com armas de fogo e tentaram fabricar explosivos improvisados. Os explosivos acabaram por não funcionar como planeado.
Em setembro, de acordo com as autoridades, Fox e outros membros do grupo extremista dirigiram-se até a área ao redor do Capitólio e ponderaram a detonação de explosivos para desviar a polícia.
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