Herdeira de Correa favorita nas eleições no Equador

Protegida do ex-Presidente Rafael Correa, liderava as sondagens com 30% das intenções de voto pouco antes do homicídio de Villavicencio, no dia 9.

21 de agosto de 2023 às 09:17
Luisa González Foto: Reuters
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Após uma campanha eleitoral marcada por violência, que custou a vida ao candidato à Presidência Fernando Villavicencio, os equatorianos votaram este domingo novo Presidente e Governo, esperando que possam travar o crime organizado e aliviar os problemas económicos do país.

Nas presidenciais, Luisa González, protegida do ex-Presidente Rafael Correa, liderava as sondagens com 30% das intenções de voto pouco antes do homicídio de Villavicencio, no dia 9. Confiante, afirmou este domingo que não haverá segunda volta. Mas, para vencer desde já os restantes quatro principais rivais, um candidato precisa de 50% dos votos, ou 40% caso tenha 10% de vantagem sobre o rival mais próximo. Caso haja segunda volta, terá lugar a 15 de outubro.

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As eleições foram convocadas em maio pelo Presidente Guillermo Lasso depois de dissolver o Parlamento, pelo que foram também a votos os 137 deputados.

Devido à ameaça de violência, 100 mil polícias e soldados protegeram as assembleias de voto.

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