Hungria admite que comprou 'software' usado para espiar opositores e jornalistas
Declarações foram feitas por Lajos Kósa, presidente da Comissão de Defesa e Segurança do parlamento húngaro e membro do Fidesz, o partido do Governo.
A Hungria reconheceu esta quinta-feira pela primeira vez que o Governo comprou o programa de espionagem israelita Pegasus que, segundo a imprensa internacional, foi utilizado por vários países para espiar políticos da oposição, ativistas e jornalistas.
"O Ministério do Interior adquiriu o 'software'", declarou hoje à imprensa Lajos Kósa, presidente da Comissão de Defesa e Segurança do parlamento húngaro e membro do Fidesz, o partido do Governo.
Kósa, o primeiro político a admitir tal compra, sublinhou que a operação foi legítima e que não há nada a objetar, noticiou o diário digital ATV.
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