Polícia de folga entre as vítimas mortais do atentado de Manchester

Elaine McIver é a segunda agente britânica a perder a vida num ataque terrorista.

24 de maio de 2017 às 08:14
Segunda vítima mortal confirmada em Manchester Foto: Direitos Reservados
Alexis Klis, pais, ataque, Manchester, Reino Unido, Ariana Grande, terrorismo Foto: Direitos Reservados
Olivia Campbell, de 15 anos, morreu no ataque em Manchester Foto: Direitos Reservados
Ariana Grande, Georgina Callander Foto: Direitos Reservados
John Atkinson, Manchester
Vítimas, Atentados Foto: Direitos Reservados
Vítimas, Atentados Foto: Direitos Reservados
Foto: Direitos Reservados
Sorrell Leczkowski Foto: Direitos Reservados
Nell Jones tinha 14 anos. Estava lesionada numa perna, mas insistiu e foi de muletas assistir ao concerto da sua cantora preferida Foto: Direitos Reservados
Jane Tweddle-Taylor tinha 50 anos. Era casada com Mark Taylor, ex-treinador do Blackpool. Estava com uma amiga à espera das filhas desta Foto: Direitos Reservados
Michelle Kiss tinha 45 anos. Casada e mãe de três filhos, foi ao concerto com a filha mais nova e uma sobrinha, com quem tirou uma selfie Foto: Direitos Reservados
Elaine McIver era polícia mas estava de folga na noite do atentado Foto: Direitos Reservados
Courtney Boyle, de 19 anos, figura entre as vítimas do atentado Foto: Direitos Reservados
Philip Tron, de 32 anos, morreu na Manchester Arena onde estava com a enteada, Courtney Boyle, que também morreu Foto: Direitos Reservados
Liam Curry, de 19 anos, e Chloe Rutherford, de 17, eram inseparáveis. Morreram juntos na Manchester Arena Foto: Direitos Reservados
Uma antiga professora primária, Wendy Fawel morreu aos 50 anos Foto: Direitos Reservados
Elilidh MacLeod, de 14 anos, foi outra das vítimas mortais do ataque terrorista em Manchester Foto: Direitos Reservados
Megan Hurley, de 15 anos, também morreu durante o ataque em Manchester Foto: Facebook

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A história de mais uma vítima do atentado em Manchester foi, esta quinta-feira, conhecida. 

Elaine McIver era polícia e estava de folga no dia do ataque. Aproveitou a pausa para ir ao concerto de Ariana Grande com a família e acabou por perder a vida. 

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Trata-se do segundo agente policial britânico a morrer em ataques terroristas, depois do caso do agente esfaqueado em Londres. 

A família já confirmou o óbito, relembrando que Elaine era conhecida da comunidade pela sua bondade. 

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O companheiro de Elaine, Paul, está em estado crítico no hospital. Os filhos de ambos também ficaram feridos durante o ataque. 

"A Elaine era a melhor filha, irmã, tia, amiga e colega que alguém podia pedir. Era amiga de toda a gente, muito bondosa e extrovertida. Ela amava a vida e era apaixonada por música. Apesar do que lhe aconteceu, sabemos que ela iria querer que a situação fosse ultrapassada para não ficarmos assustados com o terrorismo", disse a família, em comunicado. 

Famílias das vítimas já foram todas avisadas

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A polícia de Manchester anunciou esta quarta-feira já ter identificado todas as vítimas do ataque terrorista após o concerto de Ariana Grande na cidade inglesa. As autoridades garantem que já informaram todas as famílias das vítimas e estão a oferecer ajuda psicológica aos que perderam os seus entes queridos.

A polícia avisa que ainda decorrem as autópsias e que "só dentro de três ou quatro dias" serão anunciados oficialmente todos os nomes.

Adolescentes apanhadas na explosão

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Ainda assim, esta quarta-feira foram confirmadas as identidades de mais vítimas mortais do ataque terrorista em Manchester. Entre elas estão quatro mulheres e duas adolescentes. Entre as vítimas mortais está também uma agente da polícia cuja identidade se desconhece.

Uma jovem de 16 anos, foi a primeira vítima mortal confirmada no ataque em Manchester. No passado domingo, Georgina Callander escreveu no Twitter que estava "ansiosa" por ver Ariana Grande. A segunda vítima mortal confirmada foi Saffie Rose Roussos, uma menina de oito anos. Segundo o The Telegraph, a criança morreu dos ferimentos, após se perder da mãe e da irmã, que também se encontram internadas.

John Atkinson, um homem de 28 anos de Radcliffe, é a terceira vitíma mortal confirmada do atentado em Manchester. John estaria a sair do concerto quando foi atingido.

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Uma das mais jovens vítimas é Nell Jones, que tinha apenas 14 anos. O diretor da escola que a adolescente frequentava conta que "a família de Nell procurou-a desde o incidente, na esperança de que pudesse ter sido levada para o hospital. Infelizmente, a polícia confirma que morreu no local".

Também Sorrel Leczkowski, de 14 anos, morreu na sequência do ataque à Manchester Arena. A jovem tinha ido assistir ao concerto com a mãe e a avó que ficaram feridas e estão internadas no hospital.

Outra adolescente entre as vítimas é Olivia Campbell, de 15 anos, que também estava dada como desaparecida. A notícia foi confirmada pela sua mãe , que tinha feito um apelo nas redes sociais pela adolescente. Não falava com a filha desde o início do concerto de Ariana Grande.

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Outras duas vítimas são Alison Howe, de 45 anos e Lisa Lees, de 47, duas mães que esperavam pelos seus filhos à porta da Arena de Manchester, no final do concerto.

Também morreu no ataque Kelly Brewster, que tinha ido ao concerto com a irmã. Megan Hurley é outra das vítimas mortais.

Ao final da manhã, foi anunciado que entre as vítimas mortais está Jane Tweddle-Taylor, de 50 anos. Natural de Blackpool tinha ido à Arena de Manchester com uma amiga que ia buscar a filha no final do concerto. Era rececionista numa escola.

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Martyn Hett, um relações públicas de 29 anos, foi também confirmado como uma das vítimas. Era conhecido pela suas intervenções bem-humoradas na net e na televisão. A notícia foi confirmada no Twiter pelo namorado de Hett, Russell Hayward.

Casal polaco morre à espera das filhas

O ministro dos negócios estrangeiros da Polónia também confirma esta quarta-feira que entre as vítimas mortais está um casal de polacos. Tinham ido esperar as filhas à saída do concerto e foram atingidos pela explosão.

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O jornal Manchester Evening News revela que as vítimas são Angelika e Marcin Klis. A filha do casal, Alex Kils tinha feito um apelo no Facebook para saber do seu paradeiro. Viviam em York com as duas filhas, que escaparam ilesas ao atentado.

O Ministério Público da Polónia anunciou que abrirá uma investigação sobre a morte do casal.

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