Juiz do Supremo brasileiro defende colegas no caso Master e fala em "défice de regulação"
Questionado se o escândalo de corrupção coloca em causa a independência do Judiciário, o juiz brasileiro é taxativo: "Não vejo assim".
O juiz do Supremo Tribunal Federal brasileiro Gilmar Mendes disse à Lusa que o escândalo de corrupção do Banco Master, que poderá envolver altos cargos políticos e juízes da mais alta instância, é resultado de um "défice de regulação".
Gilmar Mendes, que organiza a 14.ª edição do Fórum de Lisboa, a 01, 02 e 03 de junho na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, admitiu que o caso Master "teve repercussão, inclusive porque houve associação de dois nomes do Supremo Tribunal Federal".
Mas, questionado se o escândalo de corrupção coloca em causa a independência do Judiciário, o juiz brasileiro é taxativo: "Não vejo assim".
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