Kiev rejeita "paz abstrata" que permita imposição da Rússia
Em causa estão alegados apelos feitos por diversos países e comentadores, considerando que estes pretendem sobretudo favorecer a Rússia.
O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano, Dmytro Kuleba, rejeitou esta terça-feira na ONU os apelos a uma "paz abstrata" feitos por diversos países e comentadores, considerando que estes pretendem sobretudo favorecer a Rússia.
"Continuamos a ouvir alguns apelos a uma paz abstrata, mas a maioria não pretende de facto dizer paz, antes outra coisa", disse Kuleba num discurso perante a Assembleia Geral das Nações Unidas, reunida para discutir a situação na Ucrânia.
Segundo o ministro, quando alguém pede a Kiev para se sentar à mesa das negociações e pôr termo à guerra, "o que realmente estão a dizer é que seja permitido à Rússia manter a terra que roubou e continuar a matar, torturar, violar e intimidar as pessoas dos territórios ocupados".
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