Diana não estava grávida. Livro desvenda mitos sobre a morte da "Princesa do Povo"

Obra foi escrita por Angela Gallop, a responsável pela autópsia à Princesa de Gales.

22 de fevereiro de 2019 às 16:06
Princesa Diana Foto: Getty Images
Princesa Diana e o filho mais velho, William Foto: Getty Images
Principe Carlos e princesa Diana Foto: Getty Images
Princesa Diana e Príncipe Carlos no dia do nascimento de Harry Foto: Getty Images
Príncipe Carlos e princesa Diana em 1982
Os príncipes Carlos e Diana com a Rainha Mãe Foto: Getty Images
A princesa Diana com a Rainha Mãe Foto: Getty Images
Princesa Diana Foto: Getty Images

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Diana de Gales morreu há mais de 20 anos mas são muitos os que consideram que ainda não se conhece toda a verdade sobre as circunstâncias do acidente falta que vitimou a mãe dos príncipes William e Harry.

O livro When the dogs don’t bark: a forensic scientist’s search for the truth procura esclarecer alguns dos maiores mitos sobre o tema – a autoria é Angela Gallop, que liderou a equipa que autopsiou a princesa de Gales. Um deles uma possível gravidez, que na altura namorava com Dodi Al-Fayed e também morreu na noite de 31 de agosto de 1997.

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Segundo a investigadora forense, foram feitas duas análises diferentes a Diana: uma ao sangue e outra ao conteúdo do estômago. 

No primeiro caso, e como as transfusões de sangue que Diana recebeu quando chegou ao hospital podiam tornar os resultados enganadores, a estragéia passou por analisar uma amostra de sangue retirada "dos assentos do Mercedes onde a princesa sofreu o acidente". Já a análise estomacal pretendia descobrir se a princesa estava a tomar algum contracetivo.

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No livro, citado pelo The Sunday Times, Gallop é contundente: "todos os resultados foram negativos, o que significa que é quase certo que Diana não estava grávida quando morreu e que também não estava a tomar contracetivos".

O livro revela ainda que, sete anos depois da morte, o juiz de instrução da família real, Michael Burgess, solicitou ao responsável da Scotland Yard John Stevens que se investigassem vários detalhes do acidente. Uma das principais preocupações advinha da denúncia do pai de Dodi, Mohamed Al Fayed, que assegurava que o acidente mortal resultava de uma conspiração do establishment britânico.

A investigação, conhecida como operação Paget, durou quatro anos, incluiu entrevistas a 300 testemunhas e custou 13,5 milhões de euros aos contribuintes. Além da resposta à questão da gravidez, também esclareceram as dúvidas relacionadas com as amostras de sangue retiradas a Henri Paul, o motorista do carro de Diana. As análises feitas no dia do acidente fatal também para o francês indicavam uma taça de alcoolemia acima do limite legal.

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De acordo com Gallop, a amostra de sangue atribuída a Paul era mesma do motorista e não houve qualquer troca com o intuito de o incriminar.

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