Luigi Mangione escapa a pena de morte no caso de homicídio do CEO da United Healthcare
Juíza norte-americana encontrou falhas na acusação. No máximo pode apanhar prisão perpétua.
Uma juíza dos EUA decidiu esta sexta-feira que os promotores federais não podem pedir pena de morte para Luigi Mangione, o suspeito do homicídio de Brian Thompson, diretor executivo da United Healthcare, em dezembro de 2024.
Margaret Garnett, juíza distrital dos EUA, rejeitou a acusação federal de homicídio enumerando falhas, mas manteve as acusações de perseguição, que podem levar a prisão perpétua.
A juíza considerou que as acusações de perseguição não são "crimes de violência" e rejeitou duas acusações: homicídio e um crime relacionado com arma de fogo.
A acusação de homicídio é a única na denúncia federal contra Mangione que poderia ter resultado em pena de morte.
O julgamento ainda não tem data marcada, mas na quarta-feira, o gabinete do promotor distrital de Manhattan enviou uma carta ao juiz responsável pelo caso, a solicitar que fosse marcado para 1 de julho.
Thompson, de 50 anos, foi morto a 4 de dezembro de 2024, perto da entrada de um hotel no centro de Manhattan. Imagens captadas pelas câmaras de segurança mostraram um atirador encapuzado a baleá-lo nas costas.
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