Lutador que defendia mulheres agredidas abatido a tiro por gangue

Pistoleros assustavam o bairro e atacavam mulheres em Barcelona.

26 de dezembro de 2018 às 08:51
Eduard Colmena Cebrià Foto: Facebook
Polícia Nacional de Espanha Foto: Getty Images
Polícia Nacional de Espanha Foto: Getty Images
Pistola Foto: Getty Images
Pistola Foto: Getty Images

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Eduard Colmena, de 42 anos, foi morto por um gangue denominado "Pistoleros" que há vários anos assustava o bairro Baró de Viver, em Barcelona, em Espanha. O lutador de luta greco-romana espanhol foi abatido a tiro depois de defender mulheres vítimas dos abusos do gangue. Eduard deixa orfã de pai uma menina de dois anos.

O grupo dedicava-se ao tráfico de drogas e tinha um especial interesse em agredir mulheres naquele bairro. De todas as vezes que o faziam e Eduard estava por perto, este último confrontava-os e defendia as vítimas. 

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Ao que a imprensa espanhola avança, o grupo terá assassinado o lutador por uma questão de vingança, para que nem Eduard nem ninguém ousasse enfrentá-lo. 

Foi baleado quatro vezes, este sábado, enquanto passeava os seus cães após ser perseguido por vários dias pelo clã. Esta sexta-feira, o espanhol saiu em defesa de uma mulher num bar naquele bairro. Essa terá sido a 'gota de água' para o clã que decidiu acabar com a vida de Eduard. 

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"Edu pegou o agressor dentro de um bar, agarrou-o pelo pescoço, derrubou-o e disse-lhe para não agredir mais ninguém", diz Angel, pai do lutador, citado pelo El Español.

Eduard deixa orfã de pai uma menina de dois anos.

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