Mais de mil pessoas autorizadas a sair do cruzeiro. Testes finais deram negativo para a presença de coronavírus
Navio está atracado em Itália.
Cerca de sete mil pessoas, incluindo seis mil passageiros, estão retidas num navio de cruzeiro no porto de Civitavecchia, em Itália, devido a um ou dois casos suspeitos do novo coronavírus, confirmaram esta quinta-feira as autoridades italianas e a empresa de cruzeiros. No entanto, durante a tarde desta quinta-feira, mais de mil pessoas foram autorizadas a sair do cruzeiro, após a realização das primeiras análises, que excluem a presença de coronavírus. "Fomos alertados no início da manhã de hoje pelo Ministério da Saúde e enviamos três médicos a bordo para colher amostras", disse a porta-voz do centro de saúde de Civitavecchia, a cerca de 80 quilómetros de Roma. As amostras foram analisadas no hospital Spallanzani, em Roma, especializado em doenças infecciosas, disse o porta-voz.
No entanto, durante a tarde desta quinta-feira, mais de mil pessoas foram autorizadas a sair do cruzeiro, após a realização das primeiras análises, que excluem a presença de coronavírus.
"Fomos alertados no início da manhã de hoje pelo Ministério da Saúde e enviamos três médicos a bordo para colher amostras", disse a porta-voz do centro de saúde de Civitavecchia, a cerca de 80 quilómetros de Roma.
Segundo avança o Daily Mail, as milhares de pessoas foram mantidas em quarentena devido aos sintomas semelhantes ao daquele vírus, manifestado por um casal chinês.
O corporação do navio Costa Smeralda tomou as devidas precauções depois de uma mulher, de 54 anos, oriunda de Macau, ter os primeiros sintomas de febre.
O casal chinês sobre quem surgiram suspeitas de coronavírus foi sujeito a testes médicos, que revelaram a ausência do vírus. Segundo o jornal italiano La Repubblica, os testes foram feitos no hospital. O casal que fez surgir as suspeitas tinha chegado de Hong Kong vindo do aeroporto Malpensa, de Milão, a 25 de janeiro. Dirigiram-se a Savona, onde embarcaram no Costa Smeralda, da Costa Cruzeiros. A mulher sofria de tosse e febre alta.
O casal que fez surgir as suspeitas tinha chegado de Hong Kong vindo do aeroporto Malpensa, de Milão, a 25 de janeiro. Dirigiram-se a Savona, onde embarcaram no Costa Smeralda, da Costa Cruzeiros.
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