Milhares de pessoas continuam a tentar atravessar a fronteira entre Marrocos e Ceuta a nado. Pelo menos 27 morreram
Primeiro-ministro espanhol e o ministro do Interior vão visitar a cidade autónoma esta sexta-feira.
Milhares de pessoas continuavam esta sexta-feira a tentar atravessar a fronteira de Ceuta com Marrocos, numa crise que já causou, pelo menos, 27 mortos confirmados e levou o Governo espanhol a destacar militares para restabelecer a ordem no enclave.
Meios de comunicação social espanhóis com jornalistas no local relataram que o dispositivo policial nos dois lados da fronteira naqueles momentos não conseguiu travar a avalanche de pessoas.
O Executivo espanhol informou que destacará as Forças Armadas para apoiar a Guarda Civil na "manutenção da segurança na cidade de Ceuta", depois de as autoridades locais de Ceuta terem pedido reforços ao Governo central em Madrid para gerir a crise fronteiriça - a mais grave desde 2021 - que explodiu na quinta-feira, quando grandes grupos de pessoas derrubaram a vedação fronteiriça da cidade.
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, e o ministro do Interior, Fernando Grande-Marlaska, vão também visitar a cidade esta sexta-feira.
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