Motim em prisão da Venezuela faz 68 mortos

Desacatos seguidos de incêndio mataram 66 reclusos e duas mulheres que visitavam maridos.

29 de março de 2018 às 07:38
Familiares em desespero ao saberem das mortes de reclusos em prisão da venezuela Foto: Reuters
Familiares em desespero ao saberem das mortes de reclusos em prisão da venezuela Foto: Reuters
Familiares em desespero ao saberem das mortes de reclusos em prisão da venezuela Foto: Reuters
Familiares em desespero ao saberem das mortes de reclusos em prisão da venezuela Foto: Reuters
Familiares em desespero ao saberem das mortes de reclusos em prisão da venezuela Foto: Reuters
Familiares em desespero ao saberem das mortes de reclusos em prisão da venezuela Foto: Reuters
Familiares em desespero ao saberem das mortes de reclusos em prisão da venezuela Foto: Reuters
Familiares em desespero ao saberem das mortes de reclusos em prisão da venezuela Foto: Reuters

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Um motim seguido de um incêndio provocou pelo menos 68 mortos numa prisão da cidade de Valência, no norte da Venezuela.  Entre os mortos estão 66 reclusos e duas mulheres que gozavam o direito de pernoita com os maridos reclusos.

Pelo menos dois polícias também ficaram feridos

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O Procurador Geral da Venezuela, Tarek William Saab, confirma o número de vítimas no centro de reclusão da Polícia do estado de Carbobo e promete que "tudo será investigado".

A justiça promete investigar o caso até á últimas consequências, mas suspeita-se desde já que a maioria das mortes tenha ocorrido devido a queimaduras ou asfixia das vítimas.

Familiares das vítimas não escondem a revolta perante a forma como os reclusos são tratados. "Não nos disseram nada. Peço às forças da ordem que não os tratem como cães, que não lhes deitem gasolina, porque atiram contra eles como se fossem cães", revelou Lissette Mendoza, mãe de um dos reclusos de Carbobo, Yorman Salazar, de 19 anos.

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