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Artigo exclusivo

Reformados cúmplices em fraude de médica que lesou o SNS arriscam prisão

Médica que garantia reformas por invalidez terá viajado para Moçambique, de onde não pode ser extraditada. Reformados por invalidez que inventaram sintomas ou doenças arriscam até 8 anos de cadeia.

11 de abril de 2026 às 01:30

Os utentes que recorreram aos serviços da médica Emuna Mia para obter reforma por invalidez com base em sintomas ou doenças falsos arriscam pena de prisão, que pode ir até 8 anos, pelo crime de burla, e até 1 ano de cadeia pelo uso de atestado falso. Já a médica aposentada, que cobrava 1000 euros por cada processo para reforma antecipada por invalidez, num esquema que durou anos, em Santo Estêvão, Benavente, está em parte incerta: terá viajado para Moçambique, de onde é natural, e dificilmente será julgada em Portugal, pelos crimes de burla agravada e falsificação.

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