Mulheres familiares de presos políticos completam 72 horas em greve de fome em Caracas
Uma das mulheres desmaiou na segunda-feira e foi levada para um hospital de táxi devido à falta de ambulâncias disponíveis.
Um grupo de mulheres familiares de presos políticos na Venezuela completou esta terça-feira 72 horas em greve de fome nos arredores de uma esquadra policial em Caracas para exigir a sua libertação.
Das 10 mulheres em greve de fome, iniciada às 06h00 de sábado (10h00 em Lisboa), uma desmaiou na segunda-feira e foi levada para um hospital de táxi devido à falta de ambulâncias disponíveis, disse à agência de notícias EFE o ativista Diego Casanova, membro da Organização não-governamental (ONG) Comité pela Liberdade dos Presos Políticos.
Na rede social X, a ONG alertou que "a indiferença e a falta de respostas do Estado continuam a colocar em grave risco a vida e a integridade destes familiares e dos presos políticos que também mantêm a greve de fome" dentro da esquadra da Polícia Nacional Bolivariana, conhecida como Zona 7.
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