Países árabes e islâmicos consideram grave medidas de Israel na Cisjordânia 

Diplomacia do mundo árabe diz que medidas israelitas de registo de novas terras é uma "escalada grave".

17 de fevereiro de 2026 às 10:48
Militares israelitas reforçam segurança na Cisjordânia e Jerusalém Oriental Foto: AP Photo/Petros Giannakouris
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Oito países árabes e islâmicos rejeitaram esta terça-feira por unanimidade as recentes medidas de Israel na Cisjordânia ocupada, em especial o registo de terras ou a sua designação como "terras estatais", que classificaram como uma "escalada grave".

Num comunicado conjunto, os ministérios dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, Jordânia, Emirados Árabes Unidos, Qatar, Indonésia, Paquistão, Egito e Turquia consideraram que as medidas "visam impor um novo estatuto legal e administrativo para consolidar o controlo [israelita] dos territórios [palestinianos] ocupados".

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"Também têm como objetivo minar a solução de dois Estados, destruir as perspetivas de estabelecer um Estado palestiniano independente e viável e pôr em perigo as oportunidades de alcançar uma paz justa e abrangente na região", lamentam.

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