Suspeito que esfaqueou polícia em Nantes baleou três agentes com a arma que roubou. Morreu após detenção

A polícia ficou gravemente ferida na coxa e foi transportada para as urgências do Hospital Universitário de Nantes. 

28 de maio de 2021 às 11:22
Suspeito que esfaqueou polícia em Nantes baleou três agentes com a arma que roubou. Morreu após detenção Foto: REUTERS/Stephane Mahe
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Uma agente da polícia foi esfaqueada múltiplas vezes por um homem nas instalações da Polícia Municipal de La Chapelle-sur-Erdre, cerca de três quilómetros de Nantes, França. O ataque ocorreu cerca das 10h20 (9h20 em Portugal continental) desta sexta-feira e as motivações são, por enquanto, desconhecidas. 

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A polícia ficou gravemente ferida na coxa e foi transportada para as urgências do Hospital Universitário de Nantes. 

O suspeito colocou-se em fuga, num carro, com a arma de serviço da vítima que roubou após o ataque. Foi ativada uma verdadeira caça ao homem para deter o suspeito. 

De acordo com o jornal francês Le Parisien, o suspeito fugiu num carro da marca Golf mas sofreu um acidente tendo sido forçado a continuar a fuga a pé. Momentos mais tarde acabou por ser detido pelas autoridades, ferindo ainda três agentes com disparos da arma de serviço da polícia esfaqueada. No ato da detenção também o homem foi ferido, acabando por morrer pouco depois. 

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O suspeito terá 39 anos e é conhecido das autoridades por crimes ligeiros. Já tinha atacado guardas prisionais. Segundo o Le Parisien, que cita "fonte próxima ao processo", o homem foi preso pela primeira vez em 2013, após um assalto à mão armada. Após uma tentativa de fuga, foi novamente condenado em 2016. Terá sido nessa altura que se radicalizou, "com uma prática religiosa rigorosa".

O homem também tinha "tendências esquisofrénicas" e estava numa cela individual até ser libertado em março de 2021. 

Para o conseguir localizar e deter foi montada uma megaoperação com 240 polícias, a força especial de intervenção francesa, dois helicópteros e três equipas de cães. A secção de investigação da polícia de Nantes foi responsável pela investigação.

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