Presidente venezuelano rejeita sanções norte-americanas

"Não obedeço a governos estrangeiros", declarou Nicolas Maduro.

01 de agosto de 2017 às 07:34
Nicolas Maduro, presidente da Venezuela Foto: Getty Images
Nicolás Maduro, Parlamento, Assembleia Nacional, Procuradora, Procuradoria, Assembleia Constituinte, Luísa Ortega, Portugal, Henrique Caprilles, Assembleia Constitucional, EUA, UE, Venezuela, política, eleições, partidos e movimentos Foto: EPA
venezuela, presidente, nicolas maduro Foto: Reuters
Nicolas Maduro foi o primeiro a votar nas polémicas eleições para a Constituinte Foto: Reuters
Nicolás Maduro Foto: Reuters
Amnistia Internacional, AI, Venezuela, negociações, Governo, Nicolás Maduro, oposição Foto: Reuters
Presidente da Venezuela, Supremo Tribunal de Justiça, Nicolás Maduro, parlamento Foto: Reuters
Barack Obama, EUA, Caracas, Venezuela, Nicolás Maduro, política, diplomacia Foto: Reuters
Nicolás Maduro Foto: Reuters
Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela, Presidente Nicolás Maduro, Governo, parlamento Foto: Reuters

1/10

Partilhar

O Presidente da Venezuela rejeitou na segunda-feira as sanções que lhe foram impostas pelos Estados Unidos, na sequência da eleição da Assembleia Constituinte no domingo.

"Não obedeço a ordens imperialistas, não obedeço a governos estrangeiros, sou um Presidente livre", declarou Nicolas Maduro, numa reação à decisão norte-americana de congelar todos os bens que o chefe de Estado venezuelano possua nos Estados Unidos.

Pub

A decisão foi anunciada algumas horas antes pelo secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, que apelidou Maduro de "ditador".

A convocatória para a eleição foi feita a 1 de maio por Maduro, com o principal objetivo de alterar a Constituição em vigor, nomeadamente os aspetos relacionados com as garantias de defesa e segurança da nação, entre outros pontos.

Pub

A oposição venezuelana acusa o Presidente de pretender usar a reforma para instaurar no país um regime cubano e perseguir, deter e calar as vozes dissidentes.

Pelo menos dez pessoas morreram no domingo em protestos contra a eleição da Assembleia Constituinte.

Na segunda-feira, a procuradora-geral da Venezuela, Luísa Ortega Diaz, informou que 121 pessoas perderam a vida e 1.958 ficaram feridas desde 01 de abril, quando começaram os protestos contra o Governo de Maduro.

Pub

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar