Rússia em silêncio depois de ameaças

Putin avisou que EUA iam sofrer consequências pelo ataque.

09 de abril de 2017 às 09:32
Rússia, Síria, EUA, ameaçãs, ataques, químicos, mortes, cívis, Donald Trump, Putin Foto: Reuters
O presidente da Rússia, Vladimir Pútin Foto: Getty
Donald Trump garantiu que vai confrontar Putin sobre a violação do tratado de controlo de armas Foto: EPA

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ARússia manteve-se em silêncio no dia de ontem, depois de ter ameaçado os EUA com consequências em retaliação ao ataque com mísseis a uma base aérea no Norte da Síria. Já a Coreia do Norte e o Irão fizeram críticas ao presidente dos EUA, Donald Trump.

Em comunicado, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, acusou, sexta, os EUA de "agressão contra um estado soberano" e suspendeu o canal de comunicação militar que era usado para evitar incidentes entre as forças dos dois países na Síria. Mas ficou por aqui, não tendo anunciado mais nenhuma medida de retaliação.

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Entretanto, o presidente do Irão, Hassan Rouhani, acusou ontem Donald Trump, numa emissão da televisão pública, de ajudar os "terroristas na Síria".

"O homem que está agora no poder na América afirmou que queria lutar contra o terrorismo. Mas, agora, todos os terroristas na Síria estão a celebrar o ataque", avisou Hassan Rouhani, referindo-se aos grupos de rebeldes na Síria, da qual o Irão é aliado, que lutam contra o presidente Bashar al-Assad.

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Na cidade síria de Damasco e noutras partes do Mundo decorreram ontem manifestações contra o ataque norte-americano. A Coreia do Norte fez críticas aos EUA, afirmando que é preciso "fazer frente ao poder com poder" e defendendo a aposta no seu programa de mísseis nucleares.

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