"Se eu morresse hoje, morria feliz"
Caio Júnior disse frase profética quando se apurou para a final da Taça Sul-Americana. É uma das vítimas da tragédia.
"Se eu morresse hoje, morreria feliz". Palavras do técnico da Chapecoense, Caio Júnior, umas das vítimas da tragédia, sem saber o que o destino lhe guardava.
Há uma semana, o treinador expressava a sua alegria por se qualificar para a final da Taça Sul-americana, depois de empatar com o San Lorenzo (Argentina) por 1-1, no conjunto das duas mãos, valendo o golo marcado fora na primeira mão das meias-finais.
Caio Júnior foi uma cara conhecida do futebol português. O brasileiro representou o Vitória de Guimarães entre 1987 e 1992, onde disputou 106 partidas e marcou 31 golos. Nas duas épocas seguintes foi jogador do Estrela da Amadora, apontando dois golos em 31 jogos.
A sua última época em Portugal foi ao serviço do Belenenses, em 1994/95, com dois golos em 13 encontros. Seguiu para o Brasil e acabou a carreira de jogador em 1999. Como treinador ganhou a Liga do Qatar, pelo Al-Gharafa, em 2009/10.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt