União Africana condena violência no Sudão e pede regresso "urgente" às negociações
Pelo menos 13 pessoas morreram e centenas ficaram feridas durante uma operação militar.
O presidente da Comissão da União Africana (UA), Moussa Faki Mahamat, condenou esta segunda-feira a violência desencadeada pelas forças de segurança contra manifestantes, no Sudão, e pediu à junta militar no poder que proteja os civis.
Segundo a plataforma opositora Forças para a Liberdade e Mudança no Sudão, pelo menos 13 pessoas morreram e centenas ficaram feridas durante uma operação militar para dispersar os manifestantes que desde o início de abril estavam acampados em frente ao Quartel-General das Forças Armadas, em Cartum.
"O presidente pede ao Conselho Militar de Transição que proteja os civis de mais agressões", disse a UA, num comunicado divulgado hoje.
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