Terrorista enviou SMS antes do ataque em Londres

Comunicações reforçam suspeita de que Masood poderá não ter agido sozinho.

26 de março de 2017 às 03:49
Flores e segurança reforçada junto ao Parlamento Foto: Reuters
Khalid Masood atropelou dezenas de pessoas antes de embater com o carro no gradeamento do Parlamento inglês, em Londres Foto: Direitos Rerservados
Khalid Masood atropelou dezenas de pessoas antes de embater com o carro no gradeamento do Parlamento inglês, em Londres Foto: Direitos Rerservados
Khalid Masood atropelou dezenas de pessoas antes de embater com o carro no gradeamento do Parlamento inglês, em Londres Foto: Direitos Rerservados
Khalid Masood atropelou dezenas de pessoas antes de embater com o carro no gradeamento do Parlamento inglês, em Londres Foto: Direitos Rerservados
Khalid Masood atropelou dezenas de pessoas antes de embater com o carro no gradeamento do Parlamento inglês, em Londres Foto: Direitos Rerservados
O socorro às vítimas do atentado em Londres Foto: Reuters
O socorro às vítimas do atentado em Londres Foto: Reuters
Khuram Butt, Dean Haydon, Rachid Redouane e Youssef, Londres, Polícia Metropolitana, distúrbios, guerras e conflitos, atentado, Londres, ataque, cintos, explosivos, falsos Foto: Reuters
O socorro às vítimas do atentado em Londres Foto: Reuters
Várias pessoas feridas na ponte de Westminster e junto ao Parlamento inglês Foto: Reuters/Toby Melville
Várias pessoas feridas na ponte de Westminster e junto ao Parlamento inglês Foto: Reuters/Toby Melville
Várias pessoas feridas na ponte de Westminster e junto ao Parlamento inglês Foto: Reuters/Toby Melville
Várias pessoas feridas na ponte de Westminster e junto ao Parlamento inglês Foto: Reuters/Toby Melville
francisco lopes, ferido, londres, ataque, terrorismo, westminster Foto: Getty Images

1/15

Partilhar

O terrorista de Londres enviou mensagens através do WhatsApp minutos antes de lançar o ataque na ponte de Westminster e no Parlamento, revelou a imprensa britânica, levantando a suspeita de que poderia estar em comunicação com um possível mandante ou ‘cérebro’ da operação.

Pub

De acordo com vários jornais britânicos, que citam fontes policiais, Khalid Masood esteve ligado ao WhatsApp às 14h37 de quarta-feira, dois minutos antes de investir com o carro contra transeuntes e turistas na Ponte de Westminster. As autoridades estão agora a tentar desencriptar as mensagens enviadas para apurar se estava a comunicar com possíveis cúmplices ou mandantes, possivelmente fora do país. Um porta- -voz da Polícia Metropolitana de Londres confirmou sexta-feira que a prioridade das autoridades é apurar se Masood agiu sozinho inspirado por propaganda jihadista ou se foi "encorajado, apoiado ou comandado" por terceiros. Masood, recorde-se, tinha cadastro por atos violentos, incluindo agressões com arma branca, e chegou a ser investigado por possível ligação a radicais islâmicos.

Após o ataque, a polícia deteve onze suspeitos, mas apenas um deles continua detido. Trata-se de um homem de 58 anos que foi detido em Birmingham na manhã seguinte aos ataques, e que está preso ao abrigo da lei antiterrorista.

Pub

"Caiu-lhe tudo em cima quando soube" 

"A mulher do meu primo ia buscar as filhas à escola. Foi uma tragédia. O meu primo é bancário e estava a trabalhar. Quando soube que a mulher tinha morrido caiu-lhe tudo em cima. Foi uma sorte ela não estar com as miúdas", disse ao CM Aida Costa, prima de João Frade,o português que perdeu a mulher no ataque. Os pais de João vivem em Braga e estão em choque. "Estão muito abalados. A minha tia tinha falado com ela pouco tempo antes. Apesar de estarem longe, falavam todos os dias", afirmou.

Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?

Envie para geral@cmjornal.pt

Partilhar