The Washington Post destaca frases consideradas falsas no artigo de opinião de Amber Heard

Heard não menciona o nome de Johnny Depp no artigo, que afirma não ser sobre o ex-marido, mas o júri não concordou.

03 de junho de 2022 às 14:19
Johnny Depp e Amber Heard Foto: Reuters
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Na sequência do veredito no processo de difamação de Johnny Depp contra a ex-mulher, Amber Heard, o artigo de opinião escrito pela atriz no The Washington Post foi agora atualizado com uma Nota do Editor que destaca as frases consideradas falsas pelo Tribunal, durante a leitura do veredicto desta quarta-feira.

O júri do caso considerou, esta quarta-feira, Amber Heard responsável por três acusações de difamação contra Johnny Depp, com quem manteve uma relação amorosa entre 2012 e 2016.

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O artigo permanece online, com a adição da Nota do Editor, que informa os leitores sobre o resultado do julgamento: "Em 2019, Johnny Depp processou Amber Heard por difamação resultante deste artigo de opinião de 2018. A 1 de Junho de 2022, após um julgamento no estado de Fairfax, o júri considerou Heard responsável por três acusações de difamação, presents sas seguintes declarações que Depp alegou serem falsas e difamatórias".

As declarações incluem o título do artigo: "'Falei contra a violência sexual - e enfrentei a ira da nossa cultura.' Isso tem de mudar".

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As duas outras declarações são as seguintes: "Então, há dois anos, tornei-me uma figura pública que representava a violência domésticos, e senti toda a força da ira da nossa cultura pelas mulheres que se manifestam" e "tive a rara vantagem de ver, em tempo real, como as instituições protegem os homens acusados de abuso".

A Nota do Editor termina com a frase: "O júri considerou Depp culpado de uma das três acusação de difamação do contra-processo de Amber Heard".

Heard não menciona o nome de Johnny Depp no artigo, que afirma não ser sobre o ex-marido, algo com que o júri de Virgínia não concordou. Durante o julgamento de sete semanas, tanto Heard, Depp e vários amigos e familiares testemunharam sobre as alegadas agressões entre o casal. O júri deliberou durante 13 horas.

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