Tudo o que se sabe sobre o suspeito do ataque a marcha LGBTQIA+ em Berlim

Abdul B. tem 21 anos e é apontado como simpatizante do grupo extremista Estado Islâmico. Polícia considera o suspeito "armado e perigoso".

26 de julho de 2026 às 15:00
Abdul B. atropelou pessoas em evento LGBTQ+ em Berlim Foto: Direitos Reservados
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As autoridades alemãs identificaram o principal suspeito do como Abdul B., de 21 anos. O apelido não foi divulgado devido à legislação alemã, que impede a identificação completa de suspeitos nesta fase da investigação.

O jovem, que continua a ser procurado pelas autoridades, é descrito como tendo cerca de 1,88 metros de altura, porte magro e, no momento do ataque, usava um casaco com capuz preto e calças brancas. A polícia considera-o "armado e perigoso" e pede à população que não tente abordá-lo, mas que forneça qualquer informação que possa ajudar na sua localização.

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Segundo o jornal alemão Bild, Abdul B. nasceu na Alemanha, mas a família é originária do Líbano. A mãe terá adquirido a nacionalidade alemã em 2002.

Já esteve detido e foi condenado

A polícia confirmou que Abdul B. era conhecido pelas autoridades devido às suas .

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O suspeito é apontado como simpatizante do grupo extremista Estado Islâmico (EI) e terá tentado juntar-se à organização na Síria em 2025. No entanto, acabou por ser detido no Líbano antes de conseguir concretizar esse objetivo. Após a detenção, foi repatriado para a Alemanha, onde foi alvo de um processo judicial.

Abdul B. foi condenado em 2026 por "preparação de um ato de violência grave que colocava em risco a segurança do Estado". Segundo a BBC, ficou em prisão preventiva até maio de 2026 e foi posteriormente obrigado a participar num programa de desradicalização.

Ligação a veículo abandonado

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Os investigadores acreditam que Abdul B. está ligado ao veículo encontrado abandonado num parque após o ataque. Entretanto, a polícia alemã do autor do atropelamento em massa.

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FOTO: Sebastian Gollnow/AP
Carrinha abandonada após ataque a marcha LGBTQIA + em Berlim
FOTO: Fabian Sommer/AP
Carrinha abandonada após ataque a marcha LGBTQIA + em Berlim

As autoridades indicam ainda que várias pessoas ficaram feridas por golpes de faca durante o ataque à Marcha do Orgulho LGBTI+.

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A investigação prossegue e a polícia mantém a operação para localizar Abdul B., apelando à colaboração da população, mas sublinhando que o suspeito deve ser considerado perigoso e não deve ser abordado.

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