Vaticano aprova ação militar contra Estado Islâmico

Objetivo é parar o "genocídio".

15 de março de 2015 às 12:06
Silvano Tomasi, Vaticano Foto: AFP
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Estado Islâmico deve ser combatido no terreno?

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Estado Islâmico deve ser combatido no terreno?

O embaixador do Vaticano nas Nações Unidas aprova uma ação militar contra o movimento Estado Islâmico no Iraque e na Síria, uma posição invulgar pois tradicionalmente o Vaticano opõe-se ao uso da força.

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Durante uma entrevista ao 'site' católico norte-americano Crux, Silvano Tomasi disse que os combatentes do Estado Islâmico estão a cometer atrocidades numa escala enorme e que o mundo tem de intervir.

"Temos de parar este tipo de genocídio, de outro modo iremos questionar no futuro porque não fizemos alguma coisa, porque permitimos que acontecesse tal tragédia", defendeu o arcebispo italiano.

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Silvano Tomasi referiu ser necessária uma "coligação bem pensada" para fazer tudo o que é possível para conseguir uma decisão política sem violência.

"Mas, se isso não for possível, então o uso de força será necessário", acrescentou.

O papa Francisco já denunciou a "intolerável brutalidade" infligida aos cristãos e outras minorias no Iraque e na Síria pelos militantes do movimento Estado Islâmico.

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