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13 vítimas do atropelamento em Copacabana continuam internadas

Acidente provocou a morte de uma bebé de oito meses.

19 de janeiro de 2018 às 18:16

Treze das dezassete pessoas atingidas por um carro desgovernado no calçadão da Praia de Copacabana, no Brasil, na noite de quinta-feira, continuam internadas. Uma das vítimas, uma bebé de oito meses, não resistiu aos ferimentos e morreu. Até ao momento, pelo menos três dos feridos continuam em estado grave.

De acordo com informações avançadas pela Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, um turista australiano de 68 anos é o caso mais grave e inspira muitos cuidados. O estrangeiro, cuja identidade ainda não foi revelada, tem estado a respirar com o auxilio de aparelhos médicos e mantém um diagnóstico muito reservado. 

Outra das vítimas que se encontra em estado grave é Niedja Araújo, a mãe da bebé que morreu na tragédia. Para além desta, existe ainda uma menina de 7 anos a necessitar de cuidados redobrados devido aos traumatismo que sofreu, no entanto encontra-se estável. Os restantes feridos, com lesões não consideradas graves, já obtiveram alta dos hospitais em que se encontram durante esta madrugada. Diversas pessoas foram atingidas pelo carro, mas foram assistidas no local pelos bombeiros.

O autor do atropelamento coletivo, António de Almeida Anaquim, de 41 anos, que foi salvo pela polícia de ser linchado no local por populares, passou a madrugada a ser interrogado. O homem alega que sofreu um ataque epilético e que, por essa razão, perdeu o controlo do carro e não tem qualquer memória do acidente. Esta versão dos factos é corroborada pelas várias caixas de medicamentes para a doença que foram encontradas dentro do veículo.

António possuí mais do triplo das infrações de trânsito permitidas no país. No início de 2017, este viu a sua carta de condução a ser suspensa, mas recusou-se a entrega-la às autoridades competentes. 

Este não é o primeiro acidente do homem, que há dois anos esteve envolvido numa colisão no bairro do Leblon, também na zona sul do Rio de Janeiro, no qual chocou com a traseira de um autocarro. Na altura, Anaquim também alegou que sofreu um ataque de epilepsia. 

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