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Japão preocupado com pacto militar

Governo nipónico diz que aliança entre russos e norte-coreanos põe em risco a segurança regional.

21 de junho de 2024 às 01:30

O pacto de assistência militar mútua em caso de ataque assinado entre a Rússia e a Coreia do Norte deixou o Japão em alerta. O Governo nipónico afirma que esta aliança piora a segurança regional. Tóquio está preocupado com a possível cooperação técnico-militar entre Moscovo e Pyongyang, que, a acontecer, violaria as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

“A vontade da comunidade internacional é procurar a abolição do plano nuclear e de mísseis balísticos da Coreia do Norte, mas a Rússia estaria a violar esta resolução, ao obter armas para utilizar na invasão da Ucrânia”, disse o porta-voz do Governo nipónico, Yoshimasa Hayashi, após a visita de Vladimir Putin a Pyongyang.

Depois da Coreia do Norte, o presidente russo viajou até ao Vietname, que se tem abstido de comentar a invasão russa, para reforçar parcerias no Sudeste Asiático. Putin esteve com o homólogo vietnamita, To Lam. Os dois líderes concordaram que “a região da Ásia-Pacífico necessita de uma arquitetura de segurança fiável sem blocos militares fechados. Foi manifestado o interesse mútuo de construir uma arquitetura de segurança fiável e adequada na região da Ásia-Pacífico”, afirmou Putin.

O pacto de assistência militar mútua em caso de ataque assinado entre a Rússia e a Coreia do Norte deixou o Japão em alerta. O Governo nipónico afirma que esta aliança piora a segurança regional. Tóquio está preocupado com a possível cooperação técnico-militar entre Moscovo e Pyongyang, que, a acontecer, violaria as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

“A vontade da comunidade internacional é procurar a abolição do plano nuclear e de mísseis balísticos da Coreia do Norte, mas a Rússia estaria a violar esta resolução, ao obter armas para utilizar na invasão da Ucrânia”, disse o porta-voz do Governo nipónico, Yoshimasa Hayashi, após a visita de Vladimir Putin a Pyongyang.

Depois da Coreia do Norte, o presidente russo viajou até ao Vietname, que se tem abstido de comentar a invasão russa, para reforçar parcerias no Sudeste Asiático. Putin esteve com o homólogo vietnamita, To Lam. Os dois líderes concordaram que “a região da Ásia-Pacífico necessita de uma arquitetura de segurança fiável sem blocos militares fechados. Foi manifestado o interesse mútuo de construir uma arquitetura de segurança fiável e adequada na região da Ásia-Pacífico”, afirmou Putin.

PORMENORES

A UE chegou a acordo sobre novo pacote de sanções contra a Rússia, que, pela primeira vez, inclui o gás natural liquefeito (GNL).

EUA e NATO definiram o Indo-Pacífico como uma região de grande importância estratégica e têm fortalecido relações com Japão e Coreia do Sul.

Seul vai reconsiderar a posição sobre o fornecimento de armas à Ucrânia na sequência do acordo entre a Rússia e a Coreia do Norte.

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