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Correio da Manhã

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ATENTADO MATA QUATRO CIVIS EM BAGDAD

A explosão de um carro bomba numa movimentada rua no centro de Bagdad provocou ontem a morte a quatro civis iraquianos e ferimentos noutros 25.
1 de Junho de 2004 às 00:00
Não há certezas sobre o possível alvo do atentado, uma vez que não existe nas imediações nenhuma esquadra da polícia ou posto de controlo das tropas americanas. Segundo fonte da coligação, pode ter acontecido que a bomba tenha explodido antes do tempo, quando os terroristas se dirigiam a caminho do alvo.
Entretanto, mais cinco soldados americanos foram mortos pela guerrilha, dois deles em confrontos com forças leais ao líder xiita Moqtada al--Sadr na cidade de Koufa, no sul do Iraque, e os outros três na explosão de bombas colocada à beira da estrada, a sul e sudeste de Bagdad.
Estes actos de violência surgem numa altura em que os EUA e o Conselho Governativo iraquiano se encontram divididos quanto à escolha do futuro presidente iraquiano, que tomará posse após a transição de soberania, no final deste mês. O candidato preferido do Conselho é o seu actual líder, Ghazi Yawar, mas os EUA e a ONU estão a fazer pressão para que seja escolhido o seu aliado Adnan Pachachi.
A decisão, que deveria ter sido conhecida ontem, foi adiada para hoje, admitindo-se que os EUA apresentem um terceiro candidato para tentar ultrapassar o impasse.
CHENEY NEGA FAVORECIMENTO
O vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, negou ter influenciado a administração Bush no sentido de conceder um importante contrato à Halliburton, a empresa petrolífera para a qual trabalhava antes de integrar o governo.
O alegado favorecimento de Cheney é sugerido num ‘e-mail’ interno do Departamento de Defesa sobre a atribuição do contrato, no qual um funcionário afirma que toda a acção foi “coordenada” com o vice-presidente.
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