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Correio da Manhã

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China preocupada com impacto do ataque na Arábia Saudita no preço do petróleo

Ataque com drones a instalações petrolíferas na Arábia Saudita ocorreu no fim de semana.
Lusa 17 de Setembro de 2019 às 14:09
Instalações petrolíferas do gigante saudita Aramco após ataque
Instalações petrolíferas do gigante saudita Aramco após ataque
Instalações petrolíferas do gigante saudita Aramco após ataque
Instalações petrolíferas do gigante saudita Aramco após ataque
Instalações petrolíferas do gigante saudita Aramco após ataque
Instalações petrolíferas do gigante saudita Aramco após ataque
O Governo chinês admitiu esta terça-feira estar preocupado com o impacto nos mercados do petróleo do ataque com veículos aéreos não tripulados (drones) a instalações petrolíferas na Arábia Saudita, ocorrido no fim de semana.

"A China está obviamente muito preocupada com o impacto do ataque na estabilidade e segurança do mercado internacional de fornecimento de petróleo", afirmou a porta-voz do ministério chinês dos Negócios Estrangeiros, Hua Chunying.

Os preços do petróleo caíram na terça-feira, depois de subirem no dia anterior, após o ataque.

A China é um dos maiores clientes do petróleo do Médio Oriente.

Hua afirmou ainda que o país condena os ataques a uma refinaria e a um campo de exploração petrolífera em Aramco, que forçou a Arábia Saudita, o maior exportador mundial de petróleo, a reduzir a produção para metade.

O porta-voz do Gabinete Nacional de Estatísticas chinês Fu Linghui considerou hoje que é muito cedo para avaliar o impacto nos mercados de energia, e observou que os preços do petróleo estavam em queda antes do ataque.

Os rebeldes iemenitas Huthis, apoiados pelo Irão e que enfrentam uma coligação militar liderada pela Arábia Saudita, há cinco anos, assumiram a responsabilidade pelos ataques.

O incidente foi condenado pela Casa Branca. O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, acusou Teerão de "lançar um ataque sem precedentes ao fornecimento global de energia".
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