Gesto foi repetido duas vezes enquanto afirmava aos apoiantes que o "futuro da civilização está garantido".
Momento em que Elon Musk faz gesto considerado nazi durante comício nos EUA
O multimilionário norte-americano Elon Musk negou ter feito uma saudação nazi após a tomada de posse de Donald Trump como Presidente dos Estados Unidos, em Washington, acrescentando estar a ser alvo de um "golpe sujo".
"Francamente. Eles precisam de melhores golpes sujos. O ataque 'toda a gente é Hitler' está tão esgotado", escreveu o patrão da Tesla e da Space X numa mensagem publicada na rede social X, de que é proprietário.
O empresário norte-americano de origem sul-africana provocou polémica ao fazer duas vezes uma saudação, descrita por alguns jornais como "fascista" ou "nazi", enquanto outros defenderam que se tratou de um "gesto desajeitado".
"Só quero agradecer por fazerem isto acontecer", afirmou o homem mais rico do mundo antes de bater com a mão direita no peito e erguer a mão com os dedos abertos. O gesto foi repetido duas vezes enquanto afirmava aos apoiantes que o "futuro da civilização está garantido".
Recorde-se que o Governo alemão acusou Elon Musk de interferir na campanha eleitoral do país. O magnata teceu considerações no X sobre a situação política na Alemanha e desenvolveu a sua opinião num artigo para o jornal Weltam Sonntag. A situação gerou uma onda de críticas e levou à demissão de uma editora-chefe da publicação.
Num texto partilhado no X, o magnata considerou que apenas a AfD- Alternativa para a Alemanha- poderia "evitar o declínio" e "salvar a Alemanha".
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