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EUA alertam que entrega de petróleo russo a Cuba continua proibida

Estados Unidos bloquearam o fornecimento energético a Cuba após terem derrubado em janeiro Nicolás Maduro.

20 de março de 2026 às 00:20

O governo americano, que recentemente aliviou as suas sanções ao petróleo russo, sublinhou quinta-feira que os hidrocarbonetos ainda não podiam ser entregues a Cuba, nem à Coreia do Norte, de acordo com um documento.

O Departamento do Tesouro dos EUA tinha ajustado a 12 de março as sanções impostas ao petróleo de origem russa para tentar estabilizar o mercado energético mundial, abalado pela guerra no Médio Oriente, desencadeada por Donald Trump.

Esta flexibilização permite, até 11 de abril, a venda do petróleo russo já carregado em navios.

O ministério atualizou a sua licença esta quinta-feira, especificando que as vendas não podem beneficiar Cuba nem a Coreia do Norte, segundo um documento publicado pelo serviço governamental americano responsável pelas sanções (OFAC).

Os Estados Unidos bloquearam o fornecimento energético a Cuba após terem derrubado em janeiro o principal aliado daquele país, o dirigente venezuelano Nicolás Maduro.

Cuba deixou de importar petróleo desde 09 de janeiro, data da última entrega pelo México, antes deste país cessar o envio de combustíveis sob pressão da Casa Branca.

As sanções ocidentais ao petróleo russo tinham sido tomadas na tentiva de esgotar os recursos do país em guerra contra a Ucrânia.

Por isso o alívio das sanções de Washington ao petróleo russo foi criticado por Kiev e pelos europeus.

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