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Farmacêutica Johnson pausa testes clínicos da vacina contra Covid-19

Voluntário apresentou sintomas de “doença inexplicável”.

14 de outubro de 2020 às 08:10

A farmacêutica Johnson & Johnson anunciou esta terça-feira a interrupção temporária dos testes clínicos à sua vacina experimental contra a Covid-19, após um dos voluntários ter manifestado sintomas de uma “doença inexplicável”. A farmacêutica norte-americana avançou que “a doença do participante está a ser analisada” pelos médicos, acrescentando que vai levar vários dias até que seja feita uma avaliação mais completa. A Johnson & Johnson afirmou que este tipo de pausas são normais em grandes testes clínicos. Há cerca de um mês, também a farmacêutica AstraZeneca suspendeu durante uns dias os testes da sua vacina experimental após um voluntário ter ficado doente. No mês passado, a Johnson tinha anunciado que a sua vacina produziu uma forte resposta imunológica nos participantes da fase 1 e 2 de testes, tendo por isso iniciado a fase 3 dos ensaios, que envolve 60 mil voluntários.

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Farmacêutica Johnson pausa testes clínicos da vacina contra Covid-19

A Europa registou mais de 700 mil novos casos de infeção por Covid-19 na semana passada, o número mais alto desde o início da pandemia. Reino Unido, França, Rússia e Espanha foram responsáveis por mais de metade das infeções.

Mais óbitos em Inglaterra

O Reino Unido registou ontem 143 mortes por Covid-19, o número diário mais alto desde junho, numa altura em que o país implementou novas medidas.

O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, impôs novas medidas de restrição nos ajuntamentos, restaurantes, prática de desporto e atividades escolares, de forma a evitar um novo confinamento nacional.

França está a ponderar implementar novas medidas de restrição numa altura em que já há mais de 1500 pessoas internadas nos Cuidados intensivos, o número mais alto desde maio.

Primeira morte após reinfeção de Covid-19

Uma mulher holandesa de 89 anos morreu depois de ter sido infetada com o novo coronavírus pela segunda vez. A paciente sofria de um tipo de cancro raro que comprometeu o seu sistema imunitário, e dois meses após ter recuperado do novo coronavírus voltou a ser infetada por uma estirpe diferente. Este é o primeiro caso mortal entre os 23 casos de reinfeção conhecidos no Mundo.

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