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Funcionário do consulado britânico em Hong Kong acusa polícia chinesa de tortura

Segundo a imprensa estatal chinesa, Simon Cheng foi detido por ter recorrido a prostituição, mas o homem garante que a polícia que o obrigou a assinar uma alegada confissão.
Lusa 20 de Novembro de 2019 às 11:43
Polícia chinesa
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Um funcionário do consulado britânico de Hong Kong, detido em agosto e retido na China durante 16 dias, acusou esta quarta-feira a polícia chinesa de o ter torturado, o que já levou o Reino Unido a pedir responsabilidades.

Numa longa declaração publicada no Facebook, Simon Cheng explica que foi detido na parte controlada pelas autoridades chinesas da estação ferroviária de alta velocidade que liga Hong Kong a Shenzhen, do outro lado da fronteira, e levado para aquela cidade, onde estivera numa viagem de negócios.

Segundo a imprensa estatal chinesa, Cheng foi detido por ter recorrido a prostituição, mas o funcionário do consulado britânico garante que foi apenas fazer uma massagem e que foi a polícia que o obrigou a assinar uma alegada confissão e gravá-la em vídeo.

Hong Kong China Reino Unido Simon Cheng política
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