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Gary Glitter condenado a 16 anos de prisão

Provados abusos sexuais de menores.

27 de fevereiro de 2015 às 14:14

O antigo cantor britânico Gary Glitter, popular nos anos 1970, foi condenado esta sexta-feira a 16 anos de prisão por seis delitos sexuais contra três raparigas menores.

Glitter, 70 anos, cujo verdadeiro nome é Paul Gadd, foi condenado por um crime de tentativa de violação, quatro crimes de agressão sexual e um crime de relações sexuais com uma menor, cometidos entre 1975 e 1980.

"O senhor provocou-lhes danos reais e duradouros e fê-lo apenas para obter uma gratificação sexual completamente inadequada", disse o juiz Alistair McCreath, do tribunal londrino de Southwark.

Fãs do cantor assistiram à leitura da sentença na galeria pública do tribunal.

Glitter estava no ponto mais alto da sua carreira quando atacou as menores e, segundo a acusação, escolheu raparigas que o admiravam.

Durante o julgamento, o procurador John Price descreveu um dos incidentes em que Glitter, embriagado, tentou forçar uma rapariga de menos de 10 anos a ter relações sexuais com ele.

A vítima apresentou queixa 20 anos depois do incidente, quando, em 1999, Glitter se deu como culpado da posse de mais de 4.000 imagens de pornografia infantil.

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