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Correio da Manhã

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Herói enfrentou terrorista e conseguiu desarmá-lo na segunda mesquita atacada

Syed Mazharuddin viu zelador da mesquita de Linwood atacar o terrorista, que fugiu de carro com cúmplices.
15 de Março de 2019 às 14:42
Syed Mazharuddin sobreviveu ao tiroteio numa mesquita da Nova Zelândia
Polícia responde a ataque a mesquita de Linwood, na Nova Zelândia
Polícia responde a ataque a mesquita de Linwood, na Nova Zelândia
Syed Mazharuddin sobreviveu ao tiroteio numa mesquita da Nova Zelândia
Polícia responde a ataque a mesquita de Linwood, na Nova Zelândia
Polícia responde a ataque a mesquita de Linwood, na Nova Zelândia
Syed Mazharuddin sobreviveu ao tiroteio numa mesquita da Nova Zelândia
Polícia responde a ataque a mesquita de Linwood, na Nova Zelândia
Polícia responde a ataque a mesquita de Linwood, na Nova Zelândia

No drama dos massacres que aconteceram esta sexta-feira em duas mesquitas da Nova Zelândia também houve episódios de heroísmo.

Nas mesquitas de Al Noor e Linwood, em Christchurt, várias pessoas tentaram travar a fúria assassina de Brenton Tarrat. As imagens que o próprio terrorista filmou mostram alguns destes homens a ser abatidos quando tentavam travar o terrorista que disparava armas automáticas.

Na mesquita de Linwood, o segundo alvo do ataque, um destes heróis foi bem sucedido e terá conseguido impedir várias mortes. Syed Mazharuddin conta ao jornal New Zealand Herlad que um dos seus amigos arriscou a vida para impedir mais mortes. 

O herói em questão é um jovem zelador da mesquita, que se escondeu quando o atirador entrou a disparar e aguardou o melhor momento para o atacar. "Ele viu uma oportunidade e esmurrou o atacante, ficando-lhe com a arma". 

A testemunha revela que Brenton fugiu com a juda de alguém. "Esse herói tentou abatê-lo [ao terrorista] mas não conseguiu encontrar o gatilho da pistola. Correu atrás dele, mas este tinha pessoas á espera num carro e fugiu", conta Mazharuddin, que revela que estavam 60 a 70 pessoas no templo de Linwood.

Syed viu um amigo morrer e queixa-se que as primeiras ambulâncias só chegaram ao fim de meia hora. "Muita gente esvaiu-se em sangue", revela.

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