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Artigo exclusivo

Humanidade tem vivido o terror de poder ver mil Hiroximas

Dia Internacional para a Eliminação Total das Armas Nucleares, assinalado esta terça-feira, é um apelo aos poderosos para que evitem o holocausto atómico.

27 de setembro de 2023 às 01:30

“Tu não viste nada em Hiroxima”, repetia a personagem do arquiteto japonês à atriz francesa que participava num documentário sobre a paz. O cineasta Alain Resnais pediu à escritora Marguerite Duras o argumento de ‘Hiroxima, Meu Amor’, filme de 1959, que refletia acerca das consequências da bomba que detonara, a 6 de agosto de 1945, naquela cidade. Três dias depois, outro avião americano lançaria a segunda bomba, originando novo cogumelo atómico em Nagasaki. Aos cerca de 200 mil mortos juntaram-se sobreviventes que ficaram – como se comenta no filme – com “a pele derretida”, após sentirem um “calor de mil sóis”. E nem nos momentos críticos da Guerra Fria (como o conflito na Coreia ou a Crise dos Mísseis de Cuba) se voltou a recorrer àquela bomba.

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