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Correio da Manhã

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Indícios reforçam tese de conspiração na morte de Khashoggi

Trump admite que o jornalista foi assassinado e a investigação aponta culpas ao príncipe herdeiro saudita.
Francisco J. Gonçalves 20 de Outubro de 2018 às 06:00
O príncipe Bin Salman tem tido o apoio de Trump, mas ontem o presidente dos EUA fez um alerta claro a Riade
Al-Assiri pode vir a ser inculpado
O jornalista Jamal Khashoggi
O Jornalista Jamal Khashoggi
O jornalista Jamal Khashoggi foi assassinado em Istambul
O príncipe Bin Salman tem tido o apoio de Trump, mas ontem o presidente dos EUA fez um alerta claro a Riade
Al-Assiri pode vir a ser inculpado
O jornalista Jamal Khashoggi
O Jornalista Jamal Khashoggi
O jornalista Jamal Khashoggi foi assassinado em Istambul
O príncipe Bin Salman tem tido o apoio de Trump, mas ontem o presidente dos EUA fez um alerta claro a Riade
Al-Assiri pode vir a ser inculpado
O jornalista Jamal Khashoggi
O Jornalista Jamal Khashoggi
O jornalista Jamal Khashoggi foi assassinado em Istambul
Os investigadores turcos do desaparecimento de Jamal Khashoggi alargaram esta sexta-feira as buscas pelos restos mortais do jornalista saudita a zonas florestais dos arredores de Istambul.

Interrogaram também os funcionários do consulado da Arábia Saudita naquela cidade, numa altura em que circulam rumores sobre um conluio entre o príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, e os EUA para atirar as culpas pelo crime sobre o general Ahmed al-Assiri, vice-diretor da espionagem do reino.

Al-Assiri está na posse dos mais delicados segredos sauditas, pelo que, se o crime foi ordenado pelo governo, ele estava necessariamente a par, sendo o bode expiatório ideal.

O presidente dos EUA, Donald Trump, tem evitado pressionar os sauditas, mas ontem admitiu frontalmente que Khashoggi está morto e frisou que isso pode ter consequências "muito graves" para Riade. Contudo, Trump remeteu qualquer decisão para o final das investigações.

Que o jornalista esteja morto já poucos duvidam. Mas falta provar que tudo se passou como alegadamente indica uma gravação áudio dos momentos de tortura e morte do jornalista.

E falta igualmente provar quem ordenou o crime e, também, que os responsáveis diretos são 15 sauditas já identificados pela Imprensa turca.
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