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Irmão de George Floyd recorda mortos por violência racial e policial nos EUA durante convenção democrata

Afro-americano morreu em 25 de maio, em Minneapolis, sufocado por um polícia branco, apesar de ter implorado várias vezes, dizendo que não conseguia respirar.

18 de agosto de 2020 às 07:48

O irmão de George Floyd, cujo homicídio sob custódia policial desencadeou uma onda de protestos nos Estados Unidos, exortou durante a convenção democrata na segunda-feira a não se esquecer os nomes dos mortos por racismo.

"George deveria estar vivo hoje. Breonna Taylor deveria estar viva hoje. Ahmaud Arbery deveria estar vivo hoje. Eric Garner deveria estar vivo hoje... Por isso, cabe-nos a nós continuar. Nunca deixemos de dizer os seus nomes", apelou Philonise Floyd, enumerando os nomes de afro-americanos vítimas de violência racista nos últimos anos, durante o discurso que proferiu na convenção democrata.

George Floyd, de 46 anos, morreu em 25 de maio, em Minneapolis, sufocado por um polícia branco, apesar de ter implorado várias vezes, dizendo que não conseguia respirar.

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