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Jornalista palestiniana Abu Akleh pode ter sido morta por disparo de posições israelitas

No entanto, segundo o departamento de Estado dos Estados Unidos, não existe "nenhuma razão" para considerar intencional o disparo.

04 de julho de 2022 às 16:57

A jornalista Shireen Abu Akleh, morta em 11 de maio na Cisjordânia ocupada, foi "possivelmente" vítima de um disparo a partir de posições israelitas, mas não existe "nenhuma razão" para considerar intencional o disparo, indicaram esta segunda-feira os EUA.

De acordo com um comunicado do Departamento de Estado dos Estados Unidos, a análise de peritos norte-americanos à bala que matou a jornalista da Al Jazzera, de dupla nacionalidade palestiniana e norte-americana, não chegou a nenhuma conclusão definitiva sobre a origem da bala que matou Shireen na cidade de Jenin durante uma operação militar israelita, e estando o projétil "muito danificado".

A morte de Shireen Abu Akleh, uma jornalista muito respeitada e reconhecida da cadeia televisiva do Qatar, abalou o Médio Oriente. A Autoridade Palestiniana, a Al JAzeera e o Qatar, país que financia a Al Jazeera, acusaram de imediato o exército israelita de ter matado deliberadamente a repórter.

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