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Ministro dos Negócios Estrangeiros lamenta morte de empresário português na Venezuela

Homem foi assassinado no decorrer de um assalto.
5 de Maio de 2019 às 08:52
Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros
Augusto Santos Silva, ministro dos negócios estrangeiros
Augusto Santos Silva
Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros
Augusto Santos Silva, ministro dos negócios estrangeiros
Augusto Santos Silva
Augusto Santos Silva, ministro dos Negócios Estrangeiros
Augusto Santos Silva, ministro dos negócios estrangeiros
Augusto Santos Silva
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, lamentou este sábado a morte do empresário português que foi assassinado na sexta-feira na Venezuela, esclarecendo que este caso não está relacionado com a situação política que se vive naquele país.

"As indicações de que disponho apontam para uma questão de criminalidade comum. O nosso concidadão, que era proprietário de uma padaria em Los Teques, terá sido intercetado na rua por homens armados que o forçaram a regressar a casa onde o roubaram e acabaram por assassinar", disse Augusto Santos Silva.

O governante, que falava aos jornalistas à margem da sessão de encerramento do V Congresso Literacia, Media e Cidadania, em Aveiro, esclareceu que não se tratou de "um evento relacionado com os factos políticos e as manifestações e repressões que estão a ocorrer".

"Foi um sequestro, dos que infelizmente há muitos, seguido de roubo e, neste caso, também de assassinato", afirmou.

Quanto à situação que se vive na Venezuela, o ministro defendeu que a única alternativa a uma intervenção militar externa ou uma confrontação civil é "um processo político que permite que o povo venezuelano recupere a sua capacidade de decidir, escolher, seja quem for".

Augusto Santos Silva vai representar o governo português na reunião do Grupo de Contacto Internacional para a Venezuela, na Costa Rica, na segunda e terça-feira, onde será analisada uma proposta para a organização de eleições naquele país.

"Do ponto de vista político, infelizmente os progressos têm sido muito poucos, mas nós examinaremos uma proposta concreta a propor às partes na Venezuela para organização de eleições que, do nosso ponto de vista, podem ser organizadas a breve prazo, de forma a que sejam credíveis e que sejam inclusivas", explicou.

Além de Portugal, integram esse grupo outros sete países europeus - Espanha, Itália, Reino Unido, Países Baixos, Alemanha, França e Suécia -, além da União Europeia, e quatro países latino-americanos, Costa Rica, Equador, Uruguai e Bolívia.
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