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OMS vai juntar peritos mundiais para tentar travar coronavírus

Responsável lembrou que não há vacinas para evitar contágio ou transmissão do vírus, nem medicamentos para o tratar.

06 de fevereiro de 2020 às 16:46

A Organização Mundial da Saúde (OMS) vai promover na próxima semana uma reunião de cientistas de todo o mundo para debater o surto do novo coronavírus, elegendo como um dos desafios a coordenação dos fundos para a investigação sobre esta doença e epidemia.

Numa conferência de imprensa esta quinta-feira à tarde realizada em Genebra, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, indicou que nos dias 11 e 12 de fevereiro decorrerá um fórum internacional para definir as prioridades a nível de investigação, numa reunião de cientistas de todo o mundo, incluindo da China.

O responsável da OMS lembrou que não há ainda vacinas para evitar o contágio ou a transmissão do vírus, nem medicamentos específicos para o tratar, sendo estas questões essenciais.

Há também ainda desconhecimento sobre as formas exatas de transmissão e a severidade do vírus, bem como sobre a origem exata do surto, que já infetou mais de 28.600 pessoas e provocou a morte de mais de 560.

"Temos de trazer estas questões e este vírus à luz para o podermos atacar", referiu Tedros Ghebreyesus numa conferência de imprensa transmitida em direto online para todo o mundo, através das redes sociais.

O responsável da OMS garante que todos os esforços estão a ser feitos ao nível das Nações Unidas para combater este surto e recordou que foi lançado um apelo para um fondo de 675 milhões de dólares (mais de 610 milhões de euros) para combater a nova epidemia.

Tedros Ghebreyesus indicou que já houve contributos para este fundo e apelou à participação de mais países ou instituições, frisando que "cada dólar conta".

"É um tempo de solidariedade. Temos um inimigo comum", afirmou o diretor-geral da OMS.

O novo coronavírus que surgiu na China no final de dezembro terá sido passado de um animal para um ser humano, mas a fonte ou origem do surto ainda se mantém desconhecida, embora os primeiros casos estejam todos ligados a um mercado de peixe e animais na cidade chinesa de Wuhan, que é o epicentro do surto.

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