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Correio da Manhã

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Paris reforça segurança no território ultramarino de Saint-Martin após Irma

Segundo o ministro Gérard Collomb, o dispositivo de segurança em Saint-Martin vai aumentar para dois mil agentes.
Lusa 11 de Setembro de 2017 às 09:10
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
Saint-Martin após o furacão Irma
O ministro francês do Interior disse esta segunda-feira que "uma dezena de pessoas" foram detidas por pilhagens na parte francesa da ilha de Saint-Martin, nas Antilhas, após a passagem do furacão Irma anunciando reforço policial.

Segundo o ministro Gérard Collomb, o dispositivo de segurança em Saint-Martin vai aumentar para dois mil agentes, no total.

Numa entrevista à estação de televisão France 2, o ministro do Interior, anunciou as novas medidas de segurança e reagiu à oposição que criticou a demora do executivo de Paris na instauração de medidas de ajuda às populações de Saint-Martin e de Saint-Barthélemy, territórios ultramarinos franceses atingidos pelo furacão Irma.

"Tomámos boas decisões desde o princípio. Os ciclones não são uma ciência totalmente exata", afirmou o ministro acrescentando que antes da passagem do furacão encontravam-se na ilha 1.100 pessoas dos "serviços do Estado" e que atualmente estão no local cerca de duas mil.

"Vamos organizar o regresso à normalidade. Vamos reconstruir os serviços de saúde e as casas que foram destruídas", afirmou.

"Vamos definir um plano para reconstruir Saint-Martin", sublinhou Gérard Collomb.

Questionado sobre as pilhagens, ocorridas durante o período de cortes de eletricidade, o ministro respondeu que o "número de forças enviadas hoje para Saint-Martin é considerável".

O chefe de Estado francês, Emmanuel Macron deve deslocar-se na terça-feira à ilha de Saint-Martin, nas Caraíbas.

De acordo com os dados que foram comunicadas pela ministra da Saúde do governo francês, Agéns Buzyn, foram contabilizadas "11 ou 12 mortes" em Saint-Martin mas admitiu que o balanço é provisório.

Metade da ilha de Saint-Martin, nas Antilhas, é território ultramarino francês sendo que a outra parte, Sint Marteen, pertence à Holanda.
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