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Correio da Manhã

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Confrontos entre polícias e manifestantes no aeroporto de Hong Kong

Centenas de jovens rodearam os agentes para tentar bloquear o acesso àquela zona.
Lusa 13 de Agosto de 2019 às 16:01
Polícia recorre a gás pimenta para desmobilizar protesto no aeroporto de Hong Kong
Polícia recorre a gás pimenta para desmobilizar protesto no aeroporto de Hong Kong
Polícia recorre a gás pimenta para desmobilizar protesto no aeroporto de Hong Kong
Polícia recorre a gás pimenta para desmobilizar protesto no aeroporto de Hong Kong
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Polícia recorre a gás pimenta para desmobilizar protesto no aeroporto de Hong Kong

Um contingente da polícia entrou pelas 22h45 locais (15h45 em Lisboa) desta terça-feira no aeroporto internacional de Hong Kong, onde decorre um protesto antigovernamental pelo quatro dia consecutivo.

Imagens difundidas desde o aeroporto mostram cenas de violência e confrontos entre os protestantes e a polícia. Os manifestantes, que se encontravam no terminal 1, na zona onde se efetuam os check-in, tentaram bloquear sem êxito as entradas na zona central, usadas pela polícia para entrar no edifício.

Centenas de jovens rodearam os agentes para tentar bloquear o acesso àquela zona, recorrendo aos carros de transporte de bagagem do aeroporto e com algumas grades, que limitam habitualmente os balcões das companhias aéreas. 

Horas mais tarde, o Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU assegurou que há evidências de que as autoridades de Hong Kong aplicaram medidas antidistúrbios que vão contra as normas internacionais e pediu uma investigação imparcial às ocorrências. "Por exemplo, foram vistos polícias a lançar gases lacrimogéneos diretamente a manifestantes, sobre zonas fechadas, com graves riscos de provocar feridos ou mortos", disse o porta-voz da ONU, Rupert Colville, numa conferência de imprensa, em Genebra, Suíça.

As autoridades de Hong Kong "devem investigar estes incidentes imediatamente e mudar as suas práticas antidistúrbios quando vão contra as normas internacionais", sublinhou o porta-voz da alta comissária, Michelle Bachelet.

Esta terça-feira, e pelo segundo dia consecutivo, as autoridades aeroportuárias de Hong Kong cancelaram a saída de todos os voos e aconselharam os passageiros a não se deslocarem para o local.

Hong Kong vive um clima de contestação social após a apresentação de uma proposta de alteração à lei da extradição, que permitiria ao governo e aos tribunais a extradição de suspeitos de crimes para jurisdições sem acordos prévios, como é o caso da China continental. A proposta foi, entretanto, suspensa, mas as manifestações generalizaram-se e denunciam agora uma "erosão das liberdades" na antiga colónia britânica.



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