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MICRONOVELA

Pandora O poder não se mostra. Usa-se.

POLÍCIA SUSPENSO POR FAZER STRIPTEASE

Um polícia representa a autoridade do Estado e está encarregado de garantir a segurança dos cidadãos. Mas um agente espanhol decidiu juntar a estas obrigações uma ocupação extra: a de seduzir as compatriotas despindo-se em público. A originalidade valeu-lhe ser suspenso por quatro anos.

09 de dezembro de 2003 às 00:00

Carlos Hernández Rubio, de 27 anos, musculoso e bem parecido, entrou para a Polícia em 2000. Dotado de um corpo escultural graças a duas horas de ginásio diárias, foi desafiado por amigos que fazem striptease a rentabilizar a dura preparação física a que se submete para estar em forma. Começou, por isso, a despir-se em clubes para mulheres no início de 2002, em breve se tornando um dos mais desejados da noite madrilena.

Os lucros da profissão alternativa permitiram ao polícia “gigolo” comprar um mercedes SLK 230, importado especialmente da Alemanha, com o qual diariamente chegava à esquadra. A inveja suscitada junto de colegas e chefes pela “bomba” motorizada foi ainda aumentada pelo facto de muitas mulheres deslumbrantes, algumas das quais famosas, procurarem o polícia no local de trabalho.

Segundo o jornal espanhol “El País”, que narra a história, Carlos nega ter lucrado com a sua actividade, mas o proprietário de um dos clubes por onde passou, o “Kamasutra”, garante ter-lhe pago 60 euros por actuação. Sabe-se que Carlos era requisitado para actuações particulares, onde não ia só por amor à “arte”.

Para Carlos a suspensão foi causada pela inveja, mas para o Departamento de Assuntos Internos a explicação foi outra: o striptease viola o decoro do corpo policial.

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