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Procurador aponta novos indícios de irregularidades na campanha de Bolsonaro em 2018

Em causa está o envio em massa de mensagens no WhatsApp para favorecer a campanha eleitoral do atual presidente brasileiro.

03 de dezembro de 2020 às 07:22

A Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE) brasileira apontou a existência de novos indícios de envios em massa de mensagens no WhatsApp para favorecer a campanha eleitoral de 2018 do atual Presidente informaram na quarta-feira fontes oficiais.

A informação foi avançada pela Procuradoria-Geral da República, que indicou que o vice-procurador-geral eleitoral, Renato Brill de Góes, pediu ainda a quebra do sigilo bancário e fiscal do empresário Luciano Hang, apoiante de Jair Bolsonaro, e de quatro empresas, referente ao período entre 01 julho a 30 de novembro de 2018.

Além de Hang, cofundador e proprietário da Havan, uma empresa brasileira do setor de retalho, e que é suspeito de financiar os "envios automatizados" ilegais, estão ainda a ser investigadas as empresas Quick Mobile, Yacows, Croc Services e SMS Market por suspeitas de terem realizado os envios massivos.

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