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"Quem é que quer saber da m**** do Natal": Melania queixa-se de Trump em gravações reveladas por amiga

Ex-assistente da primeira-dama escreveu livro e agora mostrou áudios de chamadas telefónicas.

08 de outubro de 2020 às 18:05

Ao mesmo tempo que a notícia do coronavírus na Casa Branca, com Donald Trump, presidente dos EUA, e a mulher, Melania, doentes com covid-19, abalava o mundo, a primeira-dama viu-se envolvida num escândalo. A ex-assistente de Melania, Stephanie Winston, revelou na CNN gravações, que datam de 2018, em que a primeira-dama é apanhada a queixar-se do marido e das suas funções a seu lado.

A imprensa internacional e a Internet têm sido particularmente críticas em relação a um momento polémico das gravações, em que Melania lamenta o trabalho que tem durante a quadra natalícia: "Estou a trabalhar… como uma mula nestas coisas do Natal. E sabes? Quem é que quer saber da m**** do Natal e das decorações e assim? Mas eu tenho que o fazer, não é?".

Nos áudios revelados primeira-dama relata que queria montar uma espécie de ‘operação de charme’ com a imprensa, em que voltaria a unir crianças separadas dos pais na fronteira com o México, devido às restrições e legislação imposta durante o mandato do marido. Mas, segundo a própria, "porque tem que passar pelo processo, pela Lei e assim", não avançou e o seu contributo foi cingido às decorações de Natal da Casa Branca.

Ainda assim, segundo a primeira-dama, acabou criticada. "E depois eu faço. Eu digo que estou a trabalhar no Natal e a planear as coisas. E dizem eles ‘Ah, então e as crianças que foram separadas? Deem-me a p*** de uma folga!", diz Melania.

"Dizem que sou cúmplice, que sou o mesmo que ele, que o apoio. Que eu não digo o suficiente, que eu não faço o suficiente onde estou", afirma ainda sobre os que críticos de Donald Trump.

Melania Trump diz ainda duvidar das notícias que dão conta que as crianças separadas são mantidas em más condições. "As crianças dizem ‘Uau, tenho a minha própria cama? Tenho um armário para as minhas roupas?’. É triste de ouvi, porque eles não tinham isso nos países deles, dormiam no chão", acredita a primeira-dama.

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