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Trump admite intervenção militar contra o Irão por ataque na Arábia Saudita

Presidente dos EUA colocou a hipótese de uma resposta militar, embora continue a admitir outras opções.
Lusa 18 de Setembro de 2019 às 21:16
Donald Trump, presidente dos EUA
Donald Trump
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Donald Trump, presidente dos EUA
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Donald Trump, presidente dos EUA
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Donald Trump

O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse esta quarta-feira que tem "muitas opções", não excluindo o cenário de guerra, para responder ao Irão, a quem acusa de ser responsável pelos ataques a instalações petrolíferas na Arábia Saudita.

"Existem muitas opções. Existe a opção definitiva, mas também existem outras opções", disse esta quarta-feira Donald Trump, referindo-se à possibilidade de uma intervenção militar contra o Irão, uma solução que nos últimos dias o Presidente norte-americano tinha procurado excluir.

Os Estados Unidos afirmaram, terça-feira, ter certezas de que o ataque contra as principais instalações petrolíferas da Arábia Saudita, no sábado, fora responsabilidade do Irão, mas Donald Trump disse que não queria "entrar em guerra", embora admitisse uma resposta firme contra Teerão.

Esta quarta-feira, Trump colocou a hipótese de uma resposta militar, embora continue a admitir outras opções, anunciando, para já, o aumento de sanções contra o Irão, cujos pormenores prometeu "dentro de 48 horas".

"Se tivermos de fazer alguma coisa (contra o Irão), faremos sem hesitação", disse o Presidente dos Estados Unidos, em declarações aos jornalistas, em Los Angeles, na Califórnia, ladeado pelo seu recém-nomeado consultor de Segurança Nacional, Robert O’Brien.

O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Mohammad Javad Zarif, considera que, ao reforçar as sanções, Washington está a "atacar deliberadamente" os civis iranianos.

Os Estados Unidos introduziram sanções económicas contra o Irão, em 2018 quando abandonaram o acordo, por considerarem que Teerão não está a respeitar o acordo nuclear assinado em 2015, com os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU ( EUA, Reino Unido, Rússia, França, China) e União Europeia.

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